msgbartop
Credito Pessoal com as melhores taxas de juro do mercado
msgbarbottom

28 Apr 10 Crash na Bolsa de valores

Antes: dia negro. Depois: verdadeiro ‘sell-off’ ou ‘crash’. Assim se classifica a sessão no mercado bolsista nacional antes e depois do corte de ‘rating’ da S&P para a dívida de Portugal, de ‘A+’ para ‘A-’. A pior classificação desde a primeira avaliação da S&P para Portugal, em 1992, ainda
 no tempo do escudo, arrastou o PSI 20 para um tombo de 5,36%, o pior desempenho desde Outubro de 2008 e o valormais baixo desde Julho do ano passado.

Com a totalidade dos títulos no vermelho, a praça nacional acompanhou a tendência das congéneres europeias, com a bolsa de Atenas a liderar as perdas, ao cair 6%.O dia de ontem foi ainda marcado por novos máximos nos mercados de dívida, com o preço dos CDS nacionais a cinco anos a registarem a segunda maior subida do mundo.
A Altri e a Sonae Indústria derraparam mais de 9%, enquanto os títulos da banca recuaram entre 5% e cerca de 7,6%. Em véspera de apresentação de resultados trimestrais, o BCP foi o mais penalizado ao afundar 7,58% para 0,67 euros por acção.

Entre os pesos-pesados, a Portugal Telecom desvalorizou 6,71% e a EDP perdeu 3,82%. Ainda na energia, as acções da Galp valem 11,95 euros,
após uma queda de 3,04%.

Em dia de maré vermelha, o sector da banca foi dos que mais
pressionou a praça bolsista nacional. O BCP liderou as perdas,
ao afundar 7,58%. Cada acção do banco liderado por Carlos Santos
Ferreira está a custar 0,67 euros. Feitas as contas desde o início
do ano, o BCP já acumula uma desvalorização superior a 20,5%,
o que avalia a instituição em 3.150 milhões de euros. Entre os três
bancos cotados, o BCP é, aliás, o que mais desvaloriza. Em véspera
de apresentação de resultados trimestrais, o BCP sofreu ainda o
pessimismo dos investidores em relação às contas que hoje serão
divulgadas. De acordo com a média de oito casas de analistas,
Carlos Santos Ferreira deverá anunciar um lucro de cerca de 66,4
milhões de euros, o que representa uma queda de 38% face aos
resultados líquidos registados no mesmo período do ano anterior.
Segundos os especialistas, os resultados deverão evidenciar uma
recuperação da margem financeira, ainda que ligeira.

fonte : Diario economico

05 Apr 10 Crédito empresarial para as PME´s tem vindo a subir

A Caixa Geral de Depósitos (CFD) registou um crescimento de 4,6% no crédito a PME em 2009, de acordo com as contas
apresentadas na semana passada pelo seu presidente, Faria de Oliveira.O crescimento do crédito empresarial , à generalidade das empresas ficou ligeiramente abaixo, nos 4,4%, enquanto o crédito à habitação subiu 4,2%, uma das melhores performances da banca nacional.
Em termos de valores absolutos,o crédito hipotecário absorveu mais 1.337 milhões de euros,enquanto o crédito às empresas
ficou pelos 933 milhões de euros.

Em termos de recursos captados no exercício de 2009, a Caixa regista uma subida assinalável de 7,1%, sendo que os recursos de
balanço subiram 6,7% e os recursos fora do balanço, 10,2%. No total, o grupo superou mais de 83 mil milhões de euros de recursos,
mais 5,5 mil milhões do que no ano anterior. Faria de Oliveira, cujo mandato termina no final deste ano, vai avançar para o reforço da presença
da Caixa em Espanha. Neste país, o grupo está presente com o Banco Caixa Geral, mas Faria de Oliveira avançou, no encontro
com jornalistas, que prevê crescer por aquisição ou através de parceria.A Caixa definiu este mercado como prioritário, depois de estar
a gerar bons resultados no Brasil e em Angola. Aliás, a área internacional já contribui com 27% do resultado por área de negócio, o
que compara com os 51% gerados em Portugal, ou os 17% que são a contribuição da banca de investimento.

No entanto, a maior das novidades está na criação de subholdings sectoriais, uma operação prevista para o final deste semestre.
Faria de Oliveira não adiantou pormenores sobre os contornos deste projecto, mas este poderá ser uma forma da Caixa ir buscar parceiros e investidores para as diversas áreas de negócio em que está envolvido e que vai dos seguros à área da saúde. Na composição dos resultados que
se situaram nos 278,9 milhões de euros, menos 39,2% do que no período homólogo, teve impacto as imparidades de títulos em
2009, caso contrário o resultado situar-se-ia em linha com 2008 e que foi de 459 milhões de euros. Outro facto negativo foi a contribuição
da área de saúde, que gerou um resultado negativo de 32,3 milhões de euros, enquanto os seguros geraram 39,5 milhões de euros positivos. No conjunto dos seguros e saúde o resultado foi positivo de 7,2 milhões de euros, depois de um saldo de resseguro negativo, de 113,2 milhões
de euros e ainda da rubrica de ganhos e perdas financeiras se ter situado nos 44,5 milhões de euros negativos.

A Caixa revelou ainda ter fechado 2009 com uma redução da margem financeira de 26,3%, para os 1.532,9 milhões de euros,
uma situação que esteve ligada à redução da taxa de juro verificada a partir do 4º trimestre de 2008 e que afectou a rentabilidade,
tendo em conta a composição da carteira de crédito com forte peso do crédito à habitação e do crédito pessoal a médio e longo prazo a
empresas.Em termos de solvabilidade, o rácio tier I subiu de 7% para 8,5% e o core tier I de 6,8% para 8,3%.

fonte: vida enconomica