Para saldar dívidas fiscais,o contribuinte pode pagar em prestações ou
recorrer ao crédito.A lei prevê também a entrega de um bem móvel ou imóvel. Também conhecido por
“dação em pagamento”. Em vez de pagar a dívida com dinheiro, pode fazê-lo com uma casa ou carro,
por exemplo, para evitar que outros bens sejam penhorados. Basta o fisco aceitar o que tiver para dar.
Esta prática é comum em processos de execução fiscal, quando já se esgotaram os recursos do
contribuinte, e a dívida tem mesmo de ser paga.
Caso escolha a dação em pagamento, tem 30 dias a contar da notificação da dívida para dirigir
um requerimento ao ministro ou director-geral dos impostos.Este não obedece a formalismos
especiais. A melhor forma será dirigir-se ao serviço de finanças da sua área de residência onde
poderá pedir ajuda para preencher o requerimento. Descreva os bens dados em pagamento em
pormenor. Pode escolher vários: o fisco decidirá os que interessam.
Identifique os imóveis (terrenos,casas), móveis (automóveis,obras de arte, mobília), estado de
conservação e valor provável, o qual deve aproximar-se do montante da dívida. No caso dos imóveis, o valor patrimonial tributário é um bom indicador do valor a considerar.
O requerimento acabará por chegar ao Ministério das Finanças no prazo de 10 dias, acompanhado
de uma cópia e resumo do processo e dos encargos que incidem sobre os bens. Após receber o processo, cabe ao fisco avaliar se a dação interessa ou não. Caso o pedido seja aceite, é solicitada a avaliação dos bens.Os custos da avaliação variam, mas nunca serão inferiores a € 192: têm em conta a localização, características do bem e complexidade da análise.
Em conclusão, o credito pessoal poderá ser uma excelente opção para quem tem dividas ao fisco.Em princípio, um carro tem menos custos do que uma propriedade com casa e terreno, por exemplo.A avaliação é feita por uma comissão de três elementos: um representante do fisco e dois peritos avaliadores das listas regionais, no
caso de bens imóveis.Se entregar bens móveis, são designados especialistas da área.
A comissão tem 30 dias para a avaliação. Em casos mais complexos, esta
pode ser pedida à Direcção-Geral do Património do Estado,Direcção-Geral
do Tesouro e ao Instituto de Gestão do Crédito Público ou a uma entidade especializada,
designada por despacho do ministro das Finanças.Os bens são avaliados pelo valor
de mercado, tendo em conta a maior ou menor probabilidade de serem vendidos. No caso de
um carro avaliado em € 15 000, a comissão pode determinar que não conseguirá ser vendido
por mais de € 14 000,valor a ter em conta.As despesas de avaliação têm de ser pagas até 5 dias após
ser notificado do valor e antes de concluída a dação. Se não o fizer, o processo é interrompido.
Após aquela análise, o fisco pode pedir outros elementos que julgue necessários, como documentos adicionais. Neste caso,
terá de apresentá-los no prazo de 10 dias, sob pena de o processo ser também anulado.
Uma característica da conta ordenado é o banco conceder um
crédito automatico.Algo diferente do credito pessoal ,na prática, os bancos disponibilizam o equivalente
ao salário no início do mês. A Caixa Galícia (80%, até € 2000) e o Banco
BPI (entre 50 e 100%) antecipam menos. Mas também há quem
permita mais. O Finibanco concede uma vez e meia o salário e o Banco Português de Negócios, Banif e Barclays disponibilizam o dobro.
Contudo, os dois primeiros limitam a € 5000 e o último a 10 000 euros. A utilização deste crédito tem custos imediatos. As TAEG dos bancos analisados oscilam entre 10,3%, no Santander Totta, e 27,4%,
no Banif. Embora o montante usado seja coberto no prazo máximo de
1 mês, quando é depositado o salário seguinte, tenha presente
que irá pagar juros.Se, por exemplo, quer comprar um produto para aproveitar uma promoção vantajosa e conta pagá-lo com o próximo salário, é preferível recorrer ao cartão de crédito.
Goza de um período de 20 a 50 dias sem juros, se pagar a dívida na
totalidade.Para conhecer quanto se gasta com uma conta à ordem,
recorremos a três perfis. Nos dois primeiros utilizamos uma conta
corrente. O terceiro é igual ao primeiro, mas aquela é substituída
por uma ordenado.Na grande maioria dos casos, os dois últimos ficam duas a três vezes mais baratos. Por exemplo, ao analisarmos os custos para o segundo perfil no Deutsche Bank,a opção pela Net permite uma poupança anual de 240 euros.
O facto deste banco isentar as transferências interbancárias na Net,
mas cobrar € 10 ao balcão, pesa nesta diferença.
Ao compararmos as despesas da conta corrente com a ordenado
também encontramos poupanças.
Por exemplo, quem optar pela onta-ordenado do Barclays, vê as
despesas anuais diminuírem mais de 83 euros. Como as contas-
-ordenado estão isentas de despesas de manutenção e, em muitos casos,
os cartões são gratuitos ou mais baratos, os custos diminuem.
Se tem receio de utilizar a Net para movimentar a sua
conta, recorra ao telefone ou ao multibanco. No último, pode fazer
tudo o que faz na Net e gasta o mesmo ou até menos do que nos
restantes canais.
Ao abrir uma conta à ordem, prefira a ordenado por ser mais vantajosa do que a corrente. Regra geral, estão isentas de despesas de manutenção, com excepção do Banif, e muitas nem cobram a anuidade dos cartões. Tem, ainda, disponível um crédito automático, mas considere a taxa, antes de o utilizar.
Use a Net e o telefone para movimentar a conta. Além de mais
cómodos, estes canais permitem uma poupança, em média, superior a 50%
face ao balcão. Segundo os nossos perfis, pode economizar até 240 euros.
Escolha bem como pretende conseguir o seu credito imediato
As últimas previsões do Banco de Portugal sobre o credito não são nada animadoras para os bancos.
Por muito que se critiquem os bancos por apertarem o cerco a particulares e empresas no que respeita à concessão de crédito empresarial ou credito pessoal, as contas de 2009 da maioria dos bancos devem reflectir em 2009, valores mais elevados de crédito malparado do que em 2008.
Segundo as estimativas do Banco de Portugal e entretanto publicadas no relatório de Estabilidade Financeira, o incumprimento no crédito em Portugal vai bater todos os recordes este ano, superando os valores evidenciados em 2003, ano em que a recessão sentida dificultou o cumprimento dos financiamentos bancários por parte de empresas e particulares.
A crise económica está a dificultar a vida a numerosas famílias, assoladas pelo desemprego e pela precariedade do emprego.
As estimativas para as taxas de desemprego são nefastas para a economia portuguesa, o que perspectiva o avolumar de situações de incumprimento por parte das famílias.
Na economia tudo está interligado, assim quanto maior for o desemprego, maior serão as dificuldades sentidas por empresas e particulares em cumprirem com as suas responsabilidades perante a Banca. O consumo tem vindo a diminuir, o que face à actual conjuntura, vai continuar a travar produção e vendas na generalidade das empresas. É um ciclo vicioso difícil de quebrar.
Relembra-se que o Estado concede uma moratória a taxas de juro bastante atractivas para o crédito à habitação pelo período de 2 anos para as famílias que estejam a viver situações de desemprego, no entanto, as dificuldades são cada vez maiores o que colocará o crédito mal parado em 2009 em montantes bastante elevados.
As empresas que estão equilibradas também têm tido muitos apoios do Estado. As restantes empresas terão, à partida, os dias contados. Dificilmente conseguirão sobreviver a esta crise.
Por outro lado o Ministro das Finanças já alertou que não há perdões fiscais e as empresas que estão moribundas não encontrarão no Estado a tábua de salvação.
Neste contexto, muitas mais empresas abrirão falência em 2009, o que irá aumentar ainda mais o nível do desemprego e consequentemente o agudizar da crise.
O sector financeiro que despoletou a actual crise que se vive, não permanecerá impune neste processo. Os bancos na sua generalidade podem aguardar registos de valores ímpares na rubrica de crédito malparado nas suas contas de 2009…

Quando pensamos em crédito pessoal ou credito habitação, afigura-se-nos de particular importância qual a taxa de juro que o banco vai praticar.
Os termos Euribor e spreads entraram já no vocabulário de muitas pessoas, mas quando recorre a financiamento bancário há que atender às restantes despesas e custos que os bancos debitam, pois há casos em que os valores são elevados.
Chama-se ainda particular atenção para o facto dos bancos, praticarem preçários diferentes nas diversas despesas suplementares que debitam aos seus clientes, além de cada banco ter uma politica própria quanto à natureza das despesas que facturam em cada tipo de financiamento.
Assim, quando vai junto do seu banco pedir condições financeiras para determinado empréstimo, solicite que lhe sejam apresentadas as cotações de todas as despesas que o banco lhe vai debitar. Desta forma fica conhecedor(a) de todos os custos em que vai incorrer e simultaneamente vai poder comparar com rigor, as condições apresentadas pelos bancos concorrentes e escolher a solução mais económica e/ou que mais lhe convier.
Vejamos então que tipo de despesas adicionais os bancos debitam frequentemente e que acrescem ao valor que a sua conta bancária vai ser diminuída, sendo que muitas delas são logo debitadas à cabeça, ou seja no início da concessão do empréstimo.
As despesas mais comuns debitadas pelos bancos são as seguintes:
Despesas de abertura de processo
Identificação dos seguros obrigatórios (de vida e outros que o banco exija)
Cotação dos seguros
Comissões
Avaliações
Vistorias
No caso de mudança de Banco, os custos administrativos da transferência do empréstimo
Por outro lado, além do banco, há outras despesas relacionadas directamente com o empréstimo bancário e que têm de ser igualmente pagas, tais como as despesas a pagar ao Estado com os impostos inerentes ao tipo de empréstimo em questão e notários.
Aconselha-se então que após efectuar a consulta a alguns bancos da praça elabore um quadro com todos os custos que serão debitados e opte pelo banco que globalmente lhe oferecer as melhores condições. Não esqueça que paga todas as facturas/débitos que contratar além da prestação normal ao banco pelo prazo que lhe for concedido/aprovado.
Outra fatia muitas vezes importante no débito mensal prende-se com os seguros, em especial os seguros de vida. Como a maioria dos bancos têm seguradoras associadas verifique também se as coberturas propostas são similares para poder realizar as necessárias comparações.
Tenha sempre em atenção o valor total dos débitos que vai suportar quando assinar um contrato de empréstimo e não tenha receio de negociar todos os valores com o banco, pois a factura é sua…

O crédito está cada vez mais inacessível, quer seja pelo aumento generalizado dos spreads, quer seja pelo excesso de zelo actual dos bancos nos pedidos de garantias, que agora, pretendem sejam reais.
A Euribor não para de descer, prevendo-se que essa tendência se mantenha nos próximos meses, mas a Banca está a tornar o dinheiro mais caro, além de se insistir no agravamento do rigor nos critérios de concessão de crédito.
Para quem tem conta poupança-reforma, poderá presentemente dar como garantia os valores entregues aos Bancos/Seguradoras. Esta garantia real é bem aceite pela generalidade da Banca, dado que são verbas que estão obviamente seguras, uma vez que não poderão ser mobilizadas até à idade de reforma. Exceptua-se para já na aceitação deste inovador tipo de garantia real, O Grupo Crédito Agrícola e o Banco Popular.
Esta modelo de garantia, é útil para empréstimos que exijam garantia real, não sendo o caso por exemplo de empréstimos à habitação, e, para resolver pontualmente situações de asfixia financeira, como é o caso de crédito pessoal e outros empréstimos similares. Pressupõe obviamente, a anterior poupança em contas de poupança reforma , e/ou continuidade da poupança a par do pagamento do empréstimo. No entanto, mantém a possibilidade da poupança fiscal, sendo um auxílio importante a não dispensar em época de crise, em que todas as pequenas poupanças são úteis para aumentar o rendimento disponível das famílias.
A Banca, tal como todos os players de mercado vão usar de toda a imaginação para se precaverem dos indesejados defaults!
Tags: crédito

O credito pessoal não serve apenas para comprar um carro usado, ou uma Televisão de plasma para a sua sala. Nos dias que correm,face aos inúmeros despedimentos e empresas a fechar, estabelecer se por conta própria é uma das melhores opções para si.
Existem diversos apoios financeiros , que lhe permitem sonhar, e conseguir abrir o seu negocio.
Os bancos , já descobriram o potencial desta forma de credito, e estão a apostar forte no chamado micro credito. Este tipo de financiamento é adequado para a criação de micro empresas, para que os novos empresários consigam obter capital para começar as suas empresas e lançarem se por conta própria.
Para o apoio e criação de novos empregos, o estado também o ajudará. Vá ao centro de emprego mais próximo, e saiba tudo o que precisa para obter acesso ao credito.

Com as taxas de juro a descer de dia para dia, o preço do dinheiro está cada vez mais barato.
Embora estejamos numa altura de recessão e de crise, esta poderá ser uma excelente altura para adquirir determinados bens,
como casa ou carro.
Para aqueles que tenham algum dinheiro de parte, ou que tenham capacidade de endividamento, esta é sem dúvida uma excelente altura para
investir neste tipo de bens. As taxas de juro estão cada vez mais baixas, o que lhe garante uma prestação mais pequena para maiores quantias de dinheiro.
Se este é o seu caso,deverá aproveitar, pois as oportunidades estão ai.
Tags: taxas juro
O objectivo deste post, é ajudar as pessoas que procuram um credito pessoal e que não têm grandes conhecimentos
sobre este tema.Iremos tentar responder a algumas questões que nos são colocadas habitualmente:
Qual o prazo que deverei escolher para o meu emprestimo?
Depende do valor, e certamente depende da prestação que quer pagar. Ao aumentar o prazo do seu empréstimo, irá conseguir diminuir a prestação mensal,
mas por outro lado, também irá pagar mais juros ao logo de todo o credito.Utilize os simuladores de credito existentes no nosso site, e encontre a melhor mensalidade para o seu caso.
A taxa de juro é a unica coisa com que tenho de me preocupar?
Não.Obviamente a taxa de juro influencia directamente o valor total do empréstimo, mas também deve pedir antecipadamente ao seu Banco, o valor total das desepesas
de abertura de dossier.Por vezes, existem bancos ou entidades financeiras, que diminuem as taxas de juro, mas que sobem as comissões e impostos , o que
poderá acabar por pagar mais dinheiro.Este conselho é valido tanto para um credito pessoal , como para um credito habitação. Para se precaver, peça sempre
ao seu banco, para o informar acerca de todas as despesas.
Quero amortizar parte do valor do meu credito?
Antes mesmo de optar por um credito em determinado banco, verique qual o valor de amortização antecipada.Se já fez o seu credito, verifique o valor da penalização
de amortização antecipada,faça as contas e veja se vale a pena.

Os creditos pessoais não servem só para comprar um carro novo, ou comprar uma TV Plasma.Quando acontece o inesperado,nem sempre estamos preparados. A verdade é que estarmos bem hoje, não garante que estaremos bem amanhã. Muitos de nós já tivemos grandes oscilações nas nossas vidas, desde a perda de emprego, problemas de saúde,acidentes, nessas alturas convêm que tenhamos algo a que possamos recorrer.
As poupanças servem não só para assegurar o nosso futuro,servem também para nos assegurar nos momentos mais criticos.Claro que nem sempre é possivel ter essa segurança,e nessas alturas poderemos precisar de creditos pessoais rápidos, para que sem perder tempo consigamos honrar os nossos compromissos.
Os emprestimos não têm de ser necessariamente maus, se feitos com moderação e com conta,peso e medida , poderão ser a maneira mais rápida de alcançar os nossos objectivos.

O ano de 2009, será certamente um ano marcado pelo desemprego e pela crise.Esta crise, afectará certamente
uma grande parte das familias Portuguesas. O desemprego , ou os salários reduzidos, podem por em perigo a situação económica dos Portugueses, e estes poderão ter dificuldades em pagar os seus creditos ou emprestimos.
Se o seu rendimento disponivél , não seja suficiente para pagar as suas prestações, aconselhamos a que fale com o seu Banco, pois em conjunto com o seu Banco, poderá encontrar uma solução que agrade ás duas partes.
Começe por renegociar a taxa de juro dos seus creditos, sejam eles credito habitação ou creditos pessoais .
Uma outra opção poderá ser a consolidação de credito, onde junta todos os seus empréstimos num só credito, reduzindo assim até 60% o valor das prestações mensais.
O pagamente diferido, também poderá trazer lhe alguma liberade, pois conseguirá adiar o pagamento as prestações em falta, para uma altura menos complicada na sua vida.
O que não aconselhamos é que faça novos creditos para enfrentar os seus problemas, pois ai a situação terá tendência a agravar-se.