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Credito Pessoal com as melhores taxas de juro do mercado
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05 Apr 10 Crédito empresarial para as PME´s tem vindo a subir

A Caixa Geral de Depósitos (CFD) registou um crescimento de 4,6% no crédito a PME em 2009, de acordo com as contas
apresentadas na semana passada pelo seu presidente, Faria de Oliveira.O crescimento do crédito empresarial , à generalidade das empresas ficou ligeiramente abaixo, nos 4,4%, enquanto o crédito à habitação subiu 4,2%, uma das melhores performances da banca nacional.
Em termos de valores absolutos,o crédito hipotecário absorveu mais 1.337 milhões de euros,enquanto o crédito às empresas
ficou pelos 933 milhões de euros.

Em termos de recursos captados no exercício de 2009, a Caixa regista uma subida assinalável de 7,1%, sendo que os recursos de
balanço subiram 6,7% e os recursos fora do balanço, 10,2%. No total, o grupo superou mais de 83 mil milhões de euros de recursos,
mais 5,5 mil milhões do que no ano anterior. Faria de Oliveira, cujo mandato termina no final deste ano, vai avançar para o reforço da presença
da Caixa em Espanha. Neste país, o grupo está presente com o Banco Caixa Geral, mas Faria de Oliveira avançou, no encontro
com jornalistas, que prevê crescer por aquisição ou através de parceria.A Caixa definiu este mercado como prioritário, depois de estar
a gerar bons resultados no Brasil e em Angola. Aliás, a área internacional já contribui com 27% do resultado por área de negócio, o
que compara com os 51% gerados em Portugal, ou os 17% que são a contribuição da banca de investimento.

No entanto, a maior das novidades está na criação de subholdings sectoriais, uma operação prevista para o final deste semestre.
Faria de Oliveira não adiantou pormenores sobre os contornos deste projecto, mas este poderá ser uma forma da Caixa ir buscar parceiros e investidores para as diversas áreas de negócio em que está envolvido e que vai dos seguros à área da saúde. Na composição dos resultados que
se situaram nos 278,9 milhões de euros, menos 39,2% do que no período homólogo, teve impacto as imparidades de títulos em
2009, caso contrário o resultado situar-se-ia em linha com 2008 e que foi de 459 milhões de euros. Outro facto negativo foi a contribuição
da área de saúde, que gerou um resultado negativo de 32,3 milhões de euros, enquanto os seguros geraram 39,5 milhões de euros positivos. No conjunto dos seguros e saúde o resultado foi positivo de 7,2 milhões de euros, depois de um saldo de resseguro negativo, de 113,2 milhões
de euros e ainda da rubrica de ganhos e perdas financeiras se ter situado nos 44,5 milhões de euros negativos.

A Caixa revelou ainda ter fechado 2009 com uma redução da margem financeira de 26,3%, para os 1.532,9 milhões de euros,
uma situação que esteve ligada à redução da taxa de juro verificada a partir do 4º trimestre de 2008 e que afectou a rentabilidade,
tendo em conta a composição da carteira de crédito com forte peso do crédito à habitação e do crédito pessoal a médio e longo prazo a
empresas.Em termos de solvabilidade, o rácio tier I subiu de 7% para 8,5% e o core tier I de 6,8% para 8,3%.

fonte: vida enconomica

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